
CASE . GABRIEL ROGERIO
FAROL
2026
E repertório para isso não faltava.
Ele aprendeu na prática nos EUA, criou uma logística própria para viabilizar um projeto que parecia impossível nas Olimpíadas, quebrou negócios, reergueu caminhos e entendeu por dentro o que faz restaurantes prosperarem de verdade.
Mas havia um problema: apesar de já produzir conteúdo em massa, seu histórico ainda fazia o mercado associá-lo a um chef operacional.
As pessoas viam sua experiência, mas ainda o contratavam para a cozinha.
Não para a estratégia.
O DESAFIO
Gabriel Rogério era chef há anos,
mas tinha um objetivo claro: sair da cozinha e trabalhar apenas com consultorias.

E, em vez de aceitar a ideia genérica de “vender consultorias”, pressionamos para entender o que essas consultorias realmente transformavam na vida dos clientes.
Mapeamos sua metodologia de entrega. Desenhamos seu modelo de negócio. Definimos oferta, lógica comercial e estrutura de comunicação.
Ele saiu da posição genérica de “consultor” para uma ideia muito mais forte, própria e desejável. Mas ainda faltava encontrar o universo que sustentaria tudo isso...
E investigando sua história, descobrimos sua paixão por máquinas, motores e sistemas. Barcos, caminhões, aviões.
Não pela estética deles, mas pelo raciocínio por trás: processos, engrenagens, controles e decisões que fazem uma operação complexa funcionar.
E ali encontramos a conexão com sua própria metodologia.
Foi aí que fizemos seu Farol.

"é como me ver, mas de um jeito que eu nunca conseguiria fazer sozinho"
Gabriel Rogerio • na primeira vez que viu o Farol da sua marca pessoal.
Sua consultoria principal passou a se chamar Plano de Voo: um plano personalizado para abertura de restaurantes.
A narrativa era clara: restaurantes funcionam como aviões.
→ Alguns são maiores, com mais tripulação, mais gestão e capacidade de ir mais longe.
→ Outros são menores, mais enxutos, com menos assentos e ticket mais alto.
Mas todos precisam saber para onde estão indo, quanto combustível têm, quem está no comando e quais dados indicam que a rota está segura. Porque muitos restaurantes estão “em movimento” e confundem isso com progresso... Mas movimento sem plano pode ser só uma queda que ainda não terminou.
A partir desse universo, seu aplicativo de gestão virou Co-piloto.
E sua mentoria contínua, para quem já abriu a casa, virou Painel de Controle: um acompanhamento para analisar números, dados e decisões para manter o voo alinhado aos objetivos.

Ele vende o Plano de Voo. Quem compra dele não está apenas abrindo um restaurante. Está aprendendo a pilotar o próprio negócio com método, rota e controle.
E agora, os conteúdos que ele já produzia em volume deixaram de ficar soltos na plataforma. Cada vídeo passou a reforçar uma ideia central na mente das pessoas: Gabriel não é o chef que entra para apagar incêndio na cozinha:
É o especialista que ajuda o dono a assumir o comando da operação antes que o avião caia.
Gabriel não vende mais “consultoria para restaurantes”, como tantos outros.
