
CASE . PFA
FAROL
2025
Nos primeiros meses de operação, porém, o mercado ainda não enxergava isso. Apesar de terem um diferencial enorme, os melhores clientes chegavam quase sempre por indicação.
Eles já tinham tentado social media e produção de vídeos em quantidade. Mas esses movimentos acabavam colocando a PFA na mesma “caixinha” de uma construtora comum.
Faltava traduzir para o mercado por que eles eram a melhor opção para os clientes que mais queriam alcançar.
O DESAFIO
Três sócios. Nenhum era construtor.

Mas a soma das suas habilidades fazia com que fossem os melhores para construir projetos de cozinhas de alto padrão.
Passamos quase um dia inteiro mergulhados no modelo de negócio, no perfil do cliente ideal, na comunicação e, principalmente, em como mostrar para o mundo que eles não eram só mais uma construtora.
E no meio da conversa... Encontramos uma história que já estava ali.
Três amigos que se uniram não pela empresa, mas pela paixão por rally.
Assim, fizemos seu Farol.
E foi ali que encontramos o universo da marca.

Seus clientes seriam pilotos. O capacete de obra também seria um capacete de corrida. O cronograma viraria um roadmap.
E eles seriam o time de pista: os que sinalizam as bandeiras vermelhas e amarelas do caminho, antecipam riscos e planejam cada etapa para que o piloto chegue à linha de chegada no menor tempo possível.
E aí... a obra deixou de ser apenas uma reforma burocrática e complexa. Passou a ser uma jornada para que empresários donos de restaurantes chegassem à inauguração com direção, segurança e uma fita de chegada esperando por eles.
"Gerou um alinhamento interno entre nós que mudou a forma como abordamos e selecionamos os projetos."
Na sequência, fecharam um dos projetos mais robustos da construtora até então.
Eles não seriam apenas uma construtora.

Também criou uma diferenciação praticamente impossível de copiar, porque nasceu da história real dos fundadores e da forma como eles conduzem cada projeto.
A partir dali, a PFA ganhou uma fundação para orientar comunicação, entrega, postura comercial, decisões futuras e cultura de marca. Não era mais sobre parecer diferente: era sobre finalmente expressar a diferença que já existia dentro deles.
Isso não mudou só a experiência do cliente.
