
CASE . ROSI REIS
FAROL
2026
A De queria dar o Farol de presente para sua mãe, Rosi Reis: designer de terços de noiva há mais de 12 anos.
Rosi já vendia muito bem. Criava cada peça uma a uma, com acabamento rigoroso, respeito à liturgia, desenhos autorais e personalização para cada noiva. Mas a marca ainda era posicionada dentro de uma categoria fácil de comparar: “terços de noiva”.
E, quando uma marca autoral não tem uma fundação clara, o mercado começa a reduzir tudo ao produto.
A comunicação mostrava as peças, mas não sustentava o valor da designer por trás delas. Concorrentes começaram a aparecer. Alguns, inclusive, copiando seus desenhos.
O DESAFIO
Essa é uma história diferente.

O primeiro movimento foi tirar a marca da categoria e colocar a autoria no centro: ela deixou de ser apenas “terços de noiva” e passou a ser Atelier Rosi Reis. O nome da designer assinando cada peça.
Depois, encontramos o universo que já existia dentro delas: a rosa como símbolo de Nossa Senhora, da fé e da memória que cada noiva carrega. Investigamos e descobrimos que Rosarium (uma outra nomenclatura para terços) significava "jardim de rosas" - e, assim, essa foi a base para conectarmos todo o seu universo:
Criamos a fundação para orientar a identidade visual, os nomes dos produtos, a experiência de envio e compra - e a forma como a marca se apresentaria ao mundo.
Foi aí que fizemos seu Farol.

Eles passaram a fazer parte de um jardim autoral, em que cada escolha carregava um símbolo, um ritual próprio e a assinatura de uma rosa.
Com isso, Rosi não precisava competir como mais uma produtora de terços. Ela passou a ocupar o lugar de designer por trás de um atelier com universo próprio, do qual as noivas viam e desejavam fazer parte.
O que antes podia ser copiado no desenho, ficou muito mais difícil de copiar na marca. Porque havia um significado amarrado em cada detalhe.

Os terços deixaram de ser apenas peças:

O terço continua no centro de tudo, claro.
Mas ele deixa de ser comparado só por material, acabamento ou desenho quando passa a carregar uma identidade própria: uma forma da noiva compor seu jardim, escolher seus símbolos e criar uma história para viver e guardar.
A marca se tornou um ritual, não apenas um produto.
E foi isso que permitiu à Rosi subir o ticket de forma consistente: o valor deixou de estar apenas na peça e passou a estar também no significado, na experiência e no universo que só o Atelier Rosi Reis poderia sustentar.
A partir daqui, o produto deixou de ser apenas o terço.
